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COM OS LUGARES DE PÓDIO NO HORIZONTE, A SELECÇÃO NACIONAL DE BASQUETEBOL FEMININA SUB-18 DEIXOU ONTEM MAPUTO COM DESTINO AO CAIRO, EGIPTO, ONDE IRÁ PARTICIPAR, DE 29 DE JULHO A 6 DE AGOSTO, NA VI EDIÇÃO DO CAMPEONATO AFRICANO DE BASQUETEBOL DA CATEGORIA. (27 JUL. 10).
Para o efeito, a turma comandada por Simão Mataveia e Armando Meque terá, primeiro, de ultrapassar o Mali (campeão em título), Costa do Marfim, Nigéria e RD Congo, seus adversários no grupo B. Trata-se, de resto, de um grupo de morte, se se tiver em conta que estão inseridas no mesmo selecções com tradição na modalidade, bem como com estrutura resultante de um trabalho aturado a nível das camadas de formação.
Espera-se, na verdade, que a estreia diante da Nigéria seja bastante feliz para aquilo que são as perspectivas na prova e os jogos que se seguem. Mas, por outro lado, a passagem de Moçambique para a segunda fase (quartos-de-final) deve ser vista como uma obrigação, devido ao prestígio que detém no basquetebol africano feminino (cliente assíduo das posições do pódio), sobretudo, porque o Desportivo de Maputo foi, recentemente, bi-campeão africano (conquistou a prova em 2007, em Maputo, e 2008, no Quénia); Ferroviário de Maputo foi vice-campeão africano (perdeu na final, em 2006, no Gabão, diante do outrora temível 1º de Agosto) e A Politécnica foi campeã africana de universidades ( em 2006 na vizinha África do Sul).
FONTE: opais.sapo.mz
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