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O MARROCOS FOI O SEGUNDO PAÍS DO MUNDO EM REDUÇÃO DA POPULAÇÃO DE FAVELAS NO PERÍODO 2000-2010, DE ACORDO COM DADOS DO PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA OS ASSENTAMENTOS HUMANOS (ONU-HABITAT) DIVULGADOS PELO CONSELHEIRO INTERREGIONAL DO ORGANISMO, JEAN-YVES BARCELO. (27 JUL. 10).
"O Marrocos está classificado em segundo lugar, atrás da Indonésia, no que diz respeito à taxa de redução da população em favelas para o período 2000-2010. Ou seja, são 45,8% de redução, considerado um bom indicador de nível quantitativo”, disse Barcelo em entrevista publicada pela agência de notícias Maghreb Arabe Presse (MAP).
Segundo a MAP, no governo do Marrocos há uma tomada de consciência da necessidade de modernização das cidades e também existe no país árabe um consenso nacional sobre a necessidade de inclusão social. O país leva adiante o programa “Cidades sem favelas”, da ONU-Habitat, o que, segundo Barcelo, teve impacto forte na redução de favelados.
Segundo as Nações Unidas, 227 milhões de pessoas no mundo deixaram de viver em favelas entre 2000 e 2010. Ainda há, no entanto, 32% da população vivendo em assentamentos inapropriados. A ONU-Habitat foi criada em 1978 justamente para promover cidades sustentáveis: economicamente produtivas, socialmente inclusivas e ambientalmente saudáveis.
O Marrocos tem uma população de 31,6 milhões de pessoas. Um pouco mais da metade dela – 56% - vive em zonas urbanas. A força de trabalho é composta por 11,4 milhões de pessoas e o Produto Interno Bruto (PIB) é de US$ 91 bilhões. Do total da renda do país, 19,2% vem da agricultura, 31,3% da indústria e 49,4% dos serviços, onde há forte participação do turismo.
FONTE: anba.com.br
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